Frente Parlamentar e de Entidades contra a PEC 287 é lançada em São Paulo
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24/4/2017 - Assetj / Por Marianna Oliveira
 
FOTO MARIANNA OLIVEIRA
A medida em que os dirigentes iam colocando suas opiniões no debate, o presidente José Gozze trouxe em seu discurso as manifestações do dia 28

Com um Congresso sem legitimidade e uma onda de absurdos contra os direitos trabalhistas a ser aprovada, os servidores se veem sem nenhuma representação no Legislativo.

Entretanto, ainda há motivos para respirar um pouco mais aliviado e contar com o apoio de deputados nas lutas do funcionalismo. É o caso do deputado federal Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP), que vem abrindo um grande espaço às entidades em seu escritório em São Paulo e o deputado Carlos Giannazi, sempre presente nas mobilizações do Judiciário, Educação e agora, na Reforma da Previdência.

Na manhã desta segunda-feira (24), Giannazi lançou na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), a Frente Parlamentar e de Entidades contra a PEC 287, que está prestes a ser votada na Câmara. O evento começou às 10h30 e contou com a presença de aproximadamente 150 pessoas, entre elas servidores, entidades representativas de serviços públicos e da iniciativa privada e parlamentares da esfera estadual e federal. 

O objetivo principal da audiência era discutir a retirada dos direitos trabalhistas previdenciários, ajuste fiscal e a questão da terceirização. Giannazi foi categórico ao dizer que “o que eles [Legislativo] querem fazer no Brasil é intensificar um liberalismo que está totalmente fora de hora”, e deu início ao ato reforçando a ideia da força das entidades. “Temos parlamentares engajados, mas sobretudo nós temos a certeza de que o estímulo maior vêm das entidades que representam os trabalhadores dos setores público e privado”, completou. 

A medida em que os dirigentes iam colocando suas opiniões no debate, o presidente José Gozze trouxe em seu discurso um assunto de extrema relevância: manifestações em todo Brasil na próxima sexta-feira, 28 de abril. “Isso é a coisa mais importante que podemos fazer para paralisar a Reforma da Previdência e a Reforma Trabalhista. Esse Congresso que está lá não tem legitimidade para votar mais nada do servidor público e dos trabalhadores privados… Tudo o que ele [Congresso] votou até hoje foi em troca de dinheiro e cargos”, acusou. 

Gozze relembrou ainda que antes da paralisação geral que acontecerá na Avenida Paulista, em São Paulo, os servidores do Judiciário estarão concentrados às 12h em frente ao Fórum João Mendes para uma primeira manifestação da categoria. 

Os parlamentares que estão frente a frente com o Executivo Federal em Brasília sabem de detalhes que são essenciais para fortalecer e engrandecer os movimentos dos trabalhadores nas ruas. O deputado Major Olímpio (SD/SP) esteve presente no ato e fez um discurso emblemático sobre a PEC 287. Major faz parte da Comissão Especial de Reforma da Previdência e contou que “durante todo esse período eu recebi muitos estudos e posso afirmar nesse momento: O Governo não consegue, de fato, demonstrar se há um déficit, qual o tamanho, onde ele está e quais as suas origens”. 

Para Ivan Valente (PSOL/SP), a Reforma da Previdência se tornou a mãe de todas as batalhas e que as manifestações são cruciais para atrasar o pleito. “Hoje nós temos que ir para Brasília para barrar a Reforma Trabalhista. Eles querem votar esse projeto antes do dia 28. No mês passado, nós conseguimos adiar a votação na Comissão por duas semanas e então, o Projeto seria votado depois da paralisação geral. Isso graças a uma grande pressão social”, relatou. 

A primeira mesa de debates foi composta por entidades do serviço público representada por José Gozze (presidente da Assetj, Fespesp e vice-presidente da Pública); Antonio Tuccilio (presidente da Confederação Nacional de Servidores Públicos - CNSP), Michel Iório (presidente da Associação de Base dos Trabalhadores do Judiciário do Estado de São Paulo - Assojubs); Major Olímpio (deputado federal pelo SD/SP); Antonio Duarte Moreira (presidente da Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo - Afpesp); Carlos Giannazi (deputado estadual pelo PSOL); Antonio Carlos Fernandes (secretário-geral da Pública e presidente da Confederação Nacional das Carreiras Típicas do Estado- Conacate); Sâmia Bonfim (vereadora da Câmara de São Paulo pelo PSOL); Carlos Alberto Marcos (presidente da Associação dos Servidores do Poder Judiciário do Estado de São Paulo); Adolfo Benedetti Neto (diretor da Assojuris); Gaspar Bissolotti Neto (presidente da Associação dos Servidores Aposentados e Pensionistas da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo - Aspal) e Alfredo Maranca (presidente do Sindicato dos Agentes Fiscais de Rendas do Estado de São Paulo - Sinafresp). 

​Tratativas do Judiciário

Ao final, as entidades representativas de servidores do Judiciário se reuniram para definir a data da próxima Assembleia Geral. Anteriormente, a previsão era de que o ato acontecesse no próximo dia 5 de maio. Porém, devido a paralisação geral no dia 28 de abril, as entidades votaram para realizar a Assembleia na primeira quinzena de junho. O motivo de uma segunda mobilização de servidores é para cobrar respostas do Tribunal sobre os itens da pauta da Campanha Salarial 2017 apresentados na reunião de março. 

 
 
 
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